Pélvis, O Desiludido

Pélvis quando nasceu, trouxe muita felicidade para seu médico, já que o desgraçado ia ganhar din-din por mais um parto. Já sua mãe pensou algo como “caralhos! mais um! não me lembro do nome do meu vigésimo sétimo filho, como vou lembrar o desse pentelho?”. Sua tia mais gorda disse que era pra botar o nome de alguém famoso, assim seria menos difícil mas igualmente menos fácil de criar ele, porque sempre aparece um Fantástico da vida pra fazer alguma reportagem. “Então porque não botar o nome daquele famoso cantor dos steits (EUA) que morreu? Como era mesmo o nome?”. Já que sua mamãe não batia muito bem da cabeça ela disse: “…vis…vis…Pélvis!”. Sua tia chata: “Isso mesmo! Não foi a toa que meu irmão se casou contigo!”.

O tempo passa e nada muda. Pélvis teve uma infância estúpida, onde nunca ganhou presentes porque nunca se lembravam de quantas bocas tinham que alimentar. Nunca foi de estudar muito, mas era muito inteligente, chegando a acertar contas ligeiramente fáceis, pois seu pai não foi o mesmo dos seus irmãos, que tinham pais pagodeiros, jogadores de futebol, e sertanejos.

Quando completou 18 anos, sua mãe ainda não sabia o porquê que o Fantástico não tinha aparecido na sua casa. Pobre otária. Com sua teórica maioridade, Pélvis resolveu que seria outra pessoa, e que qualquer cagada que fizesse não cairia nas costas da sua mãe (o banheiro ficava em cima da cama da mãe de Pélvis). Sendo assim, saiu de casa e foi pra FEBEM, porque ele tentou roubar um pastel do seu Takakaranomuro e foi pego em flagrante.

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